Seguidores do clássico Rock n’ Roll dos anos 60 e 70, a banda tenta traduzir, desde 2001, a cultura Beatlemaníaca para os dias atuais. Mas sem sequer ousar em atrair com temas mais inovadores. E o que deveria ser moderno, torna-se um clichê, desde as intenções de figurinos até as letras cantadas, na grande maioria, em terceira pessoa.
Desta vez é notável a grande evolução sonora investida no álbum, que contém novos sons e novas ambiências, além do uso de instrumentos atípicos ao ritmo como o bandolim e a cítara. Mesmo assim a banda só alcança a popularidade desejada no Sul, onde a aceitação ao estilo é maior que na escala Rio-São Paulo, por exemplo.
Conforme escrito no site da banda, o nome que dá título ao cd surgiu após o guitarrista Marcelo Gross assemelhar os sons do cd com o da sonoplastia de um filme. Quanto a isso não há o que questionar, afinal, o disco “Cinema” desperta sensação semelhante a de assistir a um filme desconstruído de narrativa e sentido. Ou melhor dizendo. Nos traz a lembrança do cinema mudo.


Eu confio na critica de um musico de prima! Hehehe
ResponderExcluirInfelizmente, Cachorro Grande entra pra lista das bandas que euqueria conhecer, mas não conheço anda vezes nada :/
Talvez um dia!
Beijão ;*